Família Colares de Santana
Esta primeira postagem que faço é para disponibilizar a todos os meus familiares sobre como a nossa família veio parar aqui no Amapá.
Acredito que muitos já sabem da origem desta família tão bela e numerosa. No entanto, pesquisar mais um pouco não custa nada, basta ter paciência e determinação e com certeza teremos bons resultados.
Conta meu querido tio Francisco Hermes Colares que vovô Francisco Siqueira Colares, filho de Francisco de Paula Colares e Guilhermina Siqueira, nasceu em Canindé-CE. Porém, quem assumiu sua paternidade foi o seu tio Hermes. Este o pediu para vir para o Norte com mais dois irmãos Sérgio e Ernesto Colares chegando no Amapá poucos meses antes da vitória de Cabralzinho. Vovô Chiquinho, como o tratávamos carinhosamente, adoeceu e foi para Belém-PA ficando na casa do sr Coriolano Jucá. Vovô estava com esquistosomose e foi tratado pelo Dr. Plínio Salgado. Quando ficou curado viajaram para a localidade de Piracuí-Ilha de Gurupá-PA. Nesta ocasião Hermes faleceu por ter contraído malária. sua esposa(viúva) foi embora para Belém e a notícia que ainda souberam dela é que foi morar num lugar chamado "Paraíso". Os outros irmãos de Hermes construíram um grande barracão, acima do Rio Tracuá, na Ilha de Gurupá. Logo aconteceram os casamentos de tio Sidó, o preço da borracha caiu e foi dividido o que tinham. Tio Sidó ficou com o "Vilas Boas", tio Artur com o "Pracuúba", tio Graciliano com o "José Duarte" e o vô Chiquinho ficou com o menor pedaço, o "Tracuá", onde até hoje a localidade é preservada por meu primos. Tio Sidó vendeu o que era seu e foi para Soures-PA. tio Artur, tio Graça e o vô Chiquinho foram para Trombetas-PA atras da castanha, que estava em alta. Mas foi difícil e para voltar tiveram que vender seu rifles. Voltaram e ficaram no Cajarí-PA onde a extração da castanha cresceu, porém mais uma vez vô adoeceu muito e foi tratado por um senhor de cognome Baia que cuidou dele com uns remédios muito fortes que lhe afetou a audição. Vô Chiquinho ficou surdo. Nesse ínterim, a casa do tio Graça pegou fogo, sua esposa morreu e ele entregou tudo o que tinha para o vô Chiquinho e foi para Macapá.Tio Artur e tio Graciliano morreram e só o vô Chiquinho ficou no Tracuá.
Vô Chiquinho casou-se com Joana Ferreira da Costa e tiveram oito filhos: Maria Ferreira Colares, Maria da Glória Ferreira Colares(gêmea de outro natimorto), Raimunda Ferreira Colares, Diva Ferreira Colares, Maria Ferreira Colares, , Antero Ferreira Colares , Ildefonso Ferreira Colares e Hermes Ferreira Colares
Maria Ferreira Colares casou-se com José Maurício Martins de Oliveira e tiveram 10 filhos: Miguela Colares de Oliveira (Irmã de caridade Maria José), Raimundo Colares de Oliveira, Manoela Colares de Oliveira, Maria Vanilde Colares de Oliveira, José Maurício Colares de Oliveira, Francisco Colares de Oliveira, Rosa Maria Colares de Oliveira, Fortunato Colares de Oliveira, Manoel Dário Colares de Oliveira e Margarida Maria Colares de Oliveira(eu).
Raimunda Ferreira Colares casou-se com Marcelino Isaías Brandão e tiveram 09 filhos: Raimunda Luiza Colares Brandão, José Colares Brandão, Maria Bernadete Colares Brandão, Francisco de Sales Colares Brandão, Rivadávia Colares Brandão, Teófilo Colares Brandão, Manoel Colares Brandão, Luzete Colares Brandão e Afonso de Ligório Colares Brandão.
Antero Ferreira Colares casou-se com Izabel de Brito e tiveram 08 filhos:José Amiraldo de Brito Colares, Maria de Fátima de Brito Colares, Raimunda Luiza de Brito Colares, Antonio Celso de Brito Colares, Gabriel de Brito Colares, Emílio Rafael de Brito Colares, Teofânia de Brito Colares, Ângelo de Brito Colares.

